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Rejeição 570 · Regra B22-30

Rejeição 570: emissão SVC enviada à autorização normal

Revisão editorial em 15 de out. de 2026. Confira as versões e condições das regras nas fontes do artigo.

A Rejeição 570, regra B22-30, verifica documentos encaminhados à autorização normal da SEFAZ com tipo de emissão destinado à SVC: 6 para SVC-AN ou 7 para SVC-RS. A descrição histórica também menciona 3/SCAN, mas a NT 2021.002 retirou esse valor da condição e redefiniu 3 para o regime especial Nota Fiscal Fácil, NFF. Tratar 3 como contingência SCAN atual produz um diagnóstico incorreto. NT 2021.002 v1.12, p. 7 e 10.

Como identificar a divergência de serviço?

Leia tpEmis no grupo ide e registre o endpoint efetivamente acessado. Tipo 6 corresponde a SVC-AN; 7, a SVC-RS. A regra B22-30 opera no recebimento pela SEFAZ normal e rejeita o uso desses tipos nesse serviço. A SVC é um ambiente de contingência com condições próprias, não um endereço alternativo que se escolhe livremente por lentidão.

Verifique UF, ambiente, modelo, ativação aplicável da contingência e a modalidade real em que o documento foi gerado. Uma falha de roteamento pode deixar o XML marcado para SVC enquanto o cliente HTTP continua usando a URL normal.

Por que a referência a SCAN3 exige cuidado?

O MOC antigo e catálogos derivados podem conservar “3, 6 ou 7” na mensagem. A tabela da NT 2021.002 mostra o trecho 3-SCAN rasurado na B22-30 e afirma que 3 não identifica mais emissão pelo Sistema de Contingência do Ambiente Nacional. O XSD atual descreve 3 como regime especial NFF.

Portanto, não encaminhe um documento tpEmis=3 para uma suposta SCAN nem recomende trocar 3 por 6/7. A classificação NFF tem contexto específico. Se a mensagem 570 aparece para um documento 3, reúna o XML real e o retorno para verificar versão e condição implementada pelo autorizador.

Exemplos de roteamento e mensagem antiga

Exemplo sintético: a NF-e foi gerada com tpEmis=6 após ativação pertinente de SVC-AN, mas a requisição usa o endpoint normal da UF. A combinação explica a 570. A correção técnica precisa harmonizar modalidade real e destino competente, preservando registros e conferindo se existe tentativa remota em andamento.

Em outro exemplo, o sistema rotula tpEmis=3 como “SCAN” porque usa uma tabela antiga. Antes de agir, atualize a interpretação do domínio e confirme se o documento pertence ao regime NFF. A mensagem antiga não reativa um serviço desativado nem justifica alterar a identidade da emissão.

Qual a diferença para 713 e 783?

A 713/B22-60 verifica o tipo de emissão ao chegar à SVC: 6 para SVC-AN e 7 para SVC-RS. A 570 olha o destino normal que recebeu modalidade SVC. A 783 rejeita NFC-e na SVC independentemente de escolher 6 ou 7. Modelo, modalidade e destino precisam ser conferidos juntos. MOC 7.0, Anexo I, p. 76-77.

Depois de corrigir uma divergência comprovada, valide a seleção de endpoint e os campos que integram a identidade da nota, sem editar XML autorizado. Uma tentativa com resultado incerto deve ser consultada antes de retransmissão. A resposta individual final, e não a conexão bem-sucedida, comprova o resultado fiscal.

Os exemplos são cenários sintéticos de diagnóstico. Os valores são apresentados em texto para comparação; não constituem um XML fiscal pronto para transmitir. A conferência operacional exige o XML original e o retorno da mesma tentativa.