Rejeição 711: contingência offline não permitida nessa NF-e
Revisão editorial em 15 de out. de 2026. Confira as versões e condições das regras nas fontes do artigo.
A Rejeição 711, regra B22-10, hoje verifica NF-e 55 emitida em contingência offline, tpEmis=9, quando o tipo de impressão é diferente de 6, DANFE Simplificado Tipo 2. A redação antiga do MOC rejeitava toda NF-e 55 com 9. A NT 2026.002 passou a prever o offline também para NF-e com Tipo 2 e restringiu a condição da rejeição. NT 2026.002 v1.11, p. 3, 7 e 8.
Qual combinação precisa ser conferida?
Leia mod, tpEmis e tpImp no XML enviado. Em mod=55, tpEmis=9 associado a tpImp diferente de 6 satisfaz a condição atual da 711. Já a combinação 9/6 não satisfaz essa condição específica, mas ainda precisa cumprir as demais regras e condições de emissão do Tipo 2.
O valor 9 descreve a modalidade em que a nota foi efetivamente emitida, e 6 identifica o formato auxiliar. Não são indicadores independentes que se escolhem por tentativa. Os registros de indisponibilidade, geração e circulação do documento precisam corresponder à modalidade real.
O que mudou e quando?
A NT 2026.002 v1.11 apresenta no domínio tpEmis=9 como contingência offline da NFC-e e da NF-e com DANFE Simplificado Tipo 2. Sua B22-10 exige também tpImp<>6 para rejeitar a NF-e 55. O cronograma do conjunto de domínios e regras registra homologação 01/07/2026 e produção 03/08/2026. O adiamento para 14/12/2026 é específico de outras três regras. NT 2026.002 v1.11, p. 3, 7 e 8.
O Tipo 2 possui restrições documentadas de operação de saída, destino interno, finalidade normal e consumidor final, entre outras. A ausência da 711 não permite ignorar 706, 707, 715 ou 716; cada regra confere uma dimensão.
Exemplos de formato incompatível e combinação atual
Exemplo sintético: NF-e 55 com tpEmis=9 e tpImp=1, DANFE retrato. A combinação satisfaz a 711 atual. Não é correto recomendar apenas mudar 9 para 1, pois isso declararia emissão normal para uma nota que pode ter sido efetivamente emitida offline. Confirme o procedimento documental e a configuração real antes da correção.
Em outro exemplo, a NF-e 55 tem tpEmis=9/tpImp=6. A proibição antiga universal explicaria mal esse caso. Compare as condições do Tipo 2, a UF, a cronologia e o retorno efetivo. Se a SEFAZ retornar 711 apesar dessa combinação, reúna XML exato e versão/ambiente do autorizador para investigar; não altere campos verdadeiros para satisfazer uma interpretação antiga.
Como conduzir o próximo passo técnico?
Rastreie por que o emissor combinou determinada modalidade com determinado formato. Corrija apenas divergências comprovadas de configuração ou serialização, preservando evidências da emissão real. Se a modalidade ou o formato escolhido não são cabíveis ao caso, a área responsável deve definir o procedimento; o artigo não escolhe contingência por conveniência.
Consulte antes uma tentativa de estado incerto. Uma autorização já existente não se modifica editando tpEmis ou tpImp. Para documentos ainda sujeitos a correção, confira o conjunto de condições e o retorno fiscal individual após a ação cabível.
Os exemplos são cenários sintéticos de diagnóstico. Os valores são apresentados em texto para comparação; não constituem um XML fiscal pronto para transmitir. A conferência operacional exige o XML original e o retorno da mesma tentativa.