Rejeição 713: tipo de emissão não corresponde à SVC acessada
Revisão editorial em 15 de out. de 2026. Confira as versões e condições das regras nas fontes do artigo.
A Rejeição 713, regra B22-60, ocorre na autorização pela SVC quando tpEmis não corresponde ao ambiente acessado: 6 para SVC-AN, 7 para SVC-RS. A regra é obrigatória. Não basta que o valor seja “6 ou 7” em qualquer endereço: a correspondência com a SVC específica é parte da condição. MOC 7.0, Anexo I, p. 76-77.
O que comparar além do XML?
Leia tpEmis em infNFe/ide e obtenha a URL efetiva da tentativa. Identifique se o serviço é SVC-AN ou SVC-RS e o ambiente de produção/homologação. Compare também a UF e as condições de ativação aplicáveis. A presença do texto SVC em um nome de configuração não comprova qual endpoint recebeu a nota.
A emissão normal usa tipo 1 e não deve ser encaminhada à SVC como se ela fosse um balanceador alternativo. Já o valor 3 corresponde atualmente ao regime NFF, conforme NT 2021.002, e não a uma modalidade SCAN a ser usada nesse ambiente.
Qual é a diferença para 570?
A 570/B22-30 confere o lado da autorização normal: recebeu tipo destinado à SVC. A 713 confere o lado SVC: recebeu tipo que não corresponde à SVC acessada. Os dois diagnósticos podem surgir da mesma falha de seleção de endpoints, mas apontam direções distintas.
Para NFC-e 65, há ainda a 783: ela não é autorizada pela SVC. Portanto, ajustar tpEmis para 6/7 não torna o modelo 65 aceito. A análise conjunta de modelo, tipo e destino evita usar a 713 como justificativa para uma combinação proibida.
Exemplos de SVC trocada e fallback indiscriminado
Exemplo sintético: uma NF-e com tpEmis=6 chega à SVC-RS. Embora 6 seja um tipo SVC, ele corresponde à SVC-AN, não à RS. Verifique a configuração e a modalidade real antes de decidir qual elemento está errado; a mensagem sozinha não escolhe entre trocar URL e trocar modalidade.
Em outro exemplo, um mecanismo de fallback envia uma NF-e normal tipo 1 à SVC após um timeout. A 713 explica a incompatibilidade, mas o timeout pode ter deixado a tentativa original em processamento. O próximo passo é consultar a nota original e revisar o fallback, não gerar outra emissão em contingência imediatamente.
Como validar uma solução segura?
Confirme a modalidade real, a ativação pertinente, a SVC competente e a URL correta. Corrija a divergência comprovada no roteamento ou geração e valide a combinação antes de qualquer transmissão. Mudanças em tpEmis podem afetar a identidade/chave; não faça substituição manual em XML assinado ou autorizado.
Preserve todas as tentativas e consulte estados incertos. Depois de uma ação cabível, confira a resposta fiscal individual com a identidade da nota. Ausência da 713 apenas indica superação dessa verificação; não comprova que a SVC estava habilitada ou que todas as regras foram atendidas.
Os exemplos são cenários sintéticos de diagnóstico. Os valores são apresentados em texto para comparação; não constituem um XML fiscal pronto para transmitir. A conferência operacional exige o XML original e o retorno da mesma tentativa.