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Rejeição 717 · Regra B25b-20

Rejeição 717: presença incompatível na NFC-e ou no DANFE Tipo 2

Revisão editorial em 15 de out. de 2026. Confira as versões e condições das regras nas fontes do artigo.

A Rejeição 717, regra B25b-20 da autorização, indica um valor de presença incompatível com a NFC-e ou com a NF-e que usa DANFE Simplificado Tipo 2. A condição atual alcança o modelo 65 e a NF-e modelo 55 com tpImp=6: indPres precisa corresponder a uma das situações documentadas pelos valores 1, 4 ou 5. O código não significa que toda operação não presencial seja proibida. NT 2026.002 v1.11, p. 9

Quais valores a regra compara?

Em /NFe/infNFe/ide, confira mod, tpImp e indPres juntos. O valor 1 identifica operação presencial; 4 identifica as operações não presenciais com NFC-e e NF-e com DANFE Simplificado Tipo 2; 5 identifica operação presencial fora do estabelecimento. A B25b-20 rejeita quando o documento está no contexto indicado e indPres difere dos três valores. A identificação deve vir da operação real.

Internet (2), teleatendimento (3) e outras operações não presenciais (9) não são valores aceitos por esta comparação. Isso não autoriza converter automaticamente uma venda pela internet para 4: é preciso confirmar o modelo, a forma da operação e as demais condições de emissão com os responsáveis. Domínio e regra, pp. 7 e 9

Por que uma orientação antiga só menciona 1 e 4?

O MOC 7.0 descrevia a regra apenas para NFC-e, com 1 e 4. A NT 2025.002 v1.52 registra a inclusão do 5; o histórico associa a correção à versão 1.32, com produção em 04/12/2025. A NT 2026.002 v1.11 amplia o contexto para NF-e/tpImp=6 e mantém 1, 4, 5; seu cronograma registra 03/08/2026 para essa atualização. Essas datas documentam o planejamento, sem provar a implantação individual no autorizador da tentativa. RTC, pp. 5 e 32, NT 2026.002, p. 3

Confirme data, ambiente e autorizador do retorno. Um validador local antigo pode reproduzir o MOC enquanto o XML e a SEFAZ já seguem a NT.

Exemplos de mapeamento e validador desatualizado

Cenário sintético: a integração copiou a origem de um pedido e montou NFC-e com indPres=2. Confira se o mapeamento representa a operação e se o documento é cabível. Trocar o indicador sem esse diagnóstico encobre a causa.

Em outro cenário, uma operação presencial fora do estabelecimento está corretamente identificada por indPres=5, mas um validador local rejeita o valor porque só conhece 1/4. Separe essa crítica interna do retorno oficial. O diagnóstico aponta atualização do validador, preservando a informação verdadeira; nenhum desses cenários comprova autorização. B25b-20 atual

O que conferir antes de uma nova tentativa

Registre mensagem completa, modelo, tpImp, ambiente e indPres enviados. Compare pedido, configuração e XML transmitido. Se houver divergência comprovada, corrija sua origem e regenere pelo emissor, preservando o histórico. Esclareça resultados anteriores incertos antes de novo envio.

Para indPres=5, a NFC-e possui também validações próprias do município do fato gerador do IBS. Passar na 717 não encerra essas verificações. A regra de presença não escolhe modelo fiscal, CFOP, tributos ou enquadramento pelo leitor. RTC, p. 32, B25b-60 e 70

Limite dos exemplos e prova da tentativa

Os cenários comparam mod, tpImp e indPres para explicar o alcance da regra e a diferença entre erro de mapeamento e crítica local antiga. Para comprovar qual ocorreu, é necessário ler esses indicadores no XML original transmitido, relacioná-los à operação documentada e conferir o retorno da mesma tentativa. Um fragmento fabricado não demonstraria que o documento real usou modelo 65 ou modelo 55 com tpImp=6, nem provaria a modalidade de presença. Por isso, os exemplos são comparações textuais e não um XML que pareça pronto para transmissão. Compartilhe o original protegido apenas com quem tem acesso autorizado à investigação.