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Rejeição 757 · Regra X22-10

Rejeição 757: reboque informado na NFC-e ou DANFE Tipo 2

Revisão editorial em 16 de out. de 2026. Confira as versões e condições das regras nas fontes do artigo.

A Rejeição 757, X22-10, indica presença indevida do grupo reboque em NFC-e ou NF-e com DANFE Simplificado Tipo 2 (tpImp=6), na redação da NT 2026.002 v1.11. A ausência do veículo trator em veicTransp não torna o grupo reboque admissível nesse contexto.

Nesta página: O que o grupo reboque representa? · Qual é o alcance da X22-10 atual? · Exemplo: retirada do trator deixou um reboque no XML · Como diferenciar erro estrutural e presença indevida?

O que o grupo reboque representa?

O caminho é NFe/infNFe/transp/reboque, X22, usado no leiaute para reboques/Dolly. Ele possui placa, UF e RNTC quando informado. O leiaute prevê até cinco ocorrências, mas essa capacidade estrutural não significa permissão para preencher o grupo em qualquer modelo ou situação.

veicTransp identifica o veículo trator e tem a rejeição 756 no contexto vedado; transporta identifica a pessoa transportadora. Não copie os dados do reboque para esses grupos para evitar a 757. A identidade de cada veículo e participante precisa continuar verdadeira. MOC 7, pp. 60–61 e 124.

Qual é o alcance da X22-10 atual?

A NT 2026.002; p. 19 mantém íntegra a ampliação da X22-10, antes de modelo 65 no MOC, para NFC-e ou NF-e 55 com tpImp=6. A condição é específica: não generalize para todas as NF-e 55 nem importe automaticamente exceções da 868/X02-20.

O cronograma do conjunto Tipo 2 registra teste 01/07/2026 e produção 03/08/2026. Essas datas são documentais, sem comprovar ativação individual da UF. Confira modelo, tipo de impressão e ambiente do arquivo que recebeu a mensagem. Não altere o modelo ou tpImp apenas para fugir da vedação. NT 2026.002 v1.11, pp. 3 e 19.

Exemplo: retirada do trator deixou um reboque no XML

Considere um cenário sintético em que o emissor gerava veicTransp e duas ocorrências de reboque em uma NFC-e. Uma alteração na rotina suprimiu apenas veicTransp. Os dois reboques continuam serializados, portanto a presença verificada pela 757 permanece.

A conferência deve percorrer todas as ocorrências de reboque no XML, não apenas a primeira linha mostrada na interface ou no objeto. Uma lista com um elemento remanescente é suficiente para manter o grupo presente. Se a geração indevida está comprovada, corrija o tratamento da coleção para o contexto confirmado, preservando a logística verdadeira na origem e o histórico das versões.

Como diferenciar erro estrutural e presença indevida?

Placa ou UF ausentes, formato incorreto e presença do grupo vedado são falhas diferentes. Completar placa e UF pode resolver uma falha de estrutura e continuar deixando reboque indevido. Zerar, esvaziar ou converter o grupo em veículo trator não corrige a 757.

Compare retorno completo, modelo, tpImp, ocorrências e origem dos dados. Quando o transporte real gera dúvida sobre a representação fiscal permitida, esclareça-a com os responsáveis em vez de trocar grupos por tentativa. A demonstração operacional depende do XML original protegido e dos veículos reais; por isso o exemplo textual não fabrica placas ou nota. Valide o novo conjunto e confira o retorno individual, preservando documentos autorizados e esclarecendo tentativas incertas antes de novo envio.

Fontes oficiais

MOC 7.0 Anexo I — 7.00: pp. 60–61 reboque e veicTransp; p. 124 X22-10 anterior.

Autorização com alerta e estrutura do protocolo — NT 2026.002 v1.11: pp. 3 e 19 X22-10 íntegra e cronograma Tipo 2.