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Rejeição 283 · Regra A03

Rejeição 283: falha na cadeia do certificado de transmissão

Revisão editorial em 16 de out. de 2026. Confira as versões e condições das regras nas fontes do artigo.

A rejeição 283, regra A03, aponta problema na cadeia de certificação do certificado apresentado na conexão TLS. A cadeia liga o certificado do transmissor às autoridades certificadoras e à raiz de confiança. Ter o arquivo instalado e dentro da validade não basta para comprovar essa ligação.

Nesta página:

Quais situações a regra A03 reúne?

O MOC enumera certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ, certificado de AC revogado e certificado que não foi assinado pela AC indicada como emissora. São verificações diferentes: uma pode envolver o repositório do autorizador; outra, a situação de uma autoridade; outra, a ligação criptográfica entre os certificados.

A mensagem isolada não identifica qual delas ocorreu. Preserve data, ambiente, serviço e erro detalhado de TLS. Não conclua que basta instalar qualquer cadeia encontrada na internet.

Fontes: MOC Anexo I, regra A03.

O que conferir no cliente e na autoridade certificadora?

Identifique o certificado apresentado pelo processo e monte sua cadeia com as intermediárias e a raiz correspondentes. Confronte emissores, assinaturas, validade e situação de revogação. O repositório oficial do ITI organiza cadeias por fornecedor, permitindo localizar material público de referência.

Uma validação local bem-sucedida não comprova que a SEFAZ possui o mesmo repositório. Se o cliente apresenta a cadeia esperada e a falha permanece em um autorizador específico, encaminhe evidências técnicas à AC e ao suporte do autorizador. Não desative validação de cadeia para prosseguir.

Fontes: MOC Anexo I, regra A03.

Exemplo: intermediária ausente ou diferente

Em um cenário sintético, a aplicação possui o certificado do titular, mas associa uma intermediária de outra cadeia da mesma marca comercial. O nome do fornecedor coincide; a assinatura que liga o certificado à emissora não. A conferência técnica deve provar o vínculo criptográfico, não apenas comparar nomes de arquivos.

Após obter a intermediária correta em fonte oficial e ajustar a configuração comprovadamente incorreta, repita a validação local da cadeia. Se a rejeição decorre de cadastro no servidor, reinstalar repetidamente o mesmo certificado no cliente não resolve a causa.

Fontes: MOC Anexo I, regra A03.

Como distinguir 283, 284, 285 e 293?

A 283 trata da cadeia de transmissão. A 284 identifica revogação do certificado do transmissor; a 285, raiz diferente da ICP-Brasil. A 293 verifica a cadeia do certificado da assinatura XML. Uma falha TLS pode ocorrer sem retorno fiscal estruturado. Antes de repetir uma tentativa cujo resultado ficou incerto, consulte a situação do documento; não trate a reparação da cadeia como prova de autorização.

Fontes: MOC Anexo I, regra A03.

Limite do exemplo e preservação dos dados

A prova da cadeia depende dos certificados públicos originais e da conexão efetiva. Um XML sintético não reproduz uma falha TLS; o cenário é uma comparação textual. A conferência deve preservar o original e ocorrer em ambiente protegido; não publique certificado, senha, chave privada ou dados fiscais de clientes.

Fontes oficiais